Estetoscópio Auricular Ozonioterapia Isnner Insuflação Ozonio
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APLICAÇÃO DE OZÔNIO INTRA AURICULAR Insuflações Auriculares: Irrigar o canal auditivo com a mistura de ozônio / oxigênio de um gerador de ozônio. INDICAÇÕES DE INSUFLAÇÃO DE OZÔNIO NO OUVIDO - Sinusite - Zumbido no ouvido - Resfriados - Retinite pigmentosa - Degeneração macular - Gripe - Infecções de ouvido - Alzheimer - Bronquite - Otites - Parkinson - Asma - Mastoidite - Câncer no cérebro - Problemas de audição causados por candida Aplicação simples com efeitos grandiosos na sinusite, bronquite, alzheimer e muito mais. Ao entrar pelo canal auditivo, o ozônio passa pelo tímpano oxidando bactérias e fungos que esteja se proliferando. Após o tímpano, o ozônio segue para os seios nasais, para os olhos e para o cérebro, oxidando todas as toxinas que o ozônio entrar em contato. Por esta razão que este tipo de tratamento é muito útil para problema oculares, bem como epilepsia e câncer no cérebro. O cérebro usa 15% do fornecimento de oxigênio do corpo, sendo apenas 2% do corpo, por isso o cérebro irá se beneficiar grandiosamente do oxigênio extra. O ozônio nesta forma de aplicação ajuda a reparar os danos causados pela radiação e ajuda a reparar os danos do nervo. Muitos médicos indicaram que o ozônio entra no sistema linfático e sanguíneo desta forma. Muitos pacientes relataram uma grande variedade de resultados, incluindo alívio de alergias, alívio de resfriados, limpeza de dor de garganta e glândulas inchadas. Como com cada uso de ozônio para fins médicos, o indivíduo deve garantir: a pureza do fornecimento de oxigênio. A ozonioterapia é um tratamento complementar que nestes casos, é feita através da aplicação auricular, com o auxílio de um estetoscópio aplicador e uma seringa. É rápido, fácil, seguro e indolor. Além de ter um ótimo custo benefício, reduz até 70% o uso de antibióticos e corticoides. Para se ter uma ideia de sua eficiência, em um estudo recente, publicado no US National Library of Medicine, 102 pacientes com sinusite foram tratados com ozonioterapia e 89% deles se recuperaram significativamente mais rápido do que aqueles tratados sem ozônio.